domingo, 24 de janeiro de 2010

Centenário Raquel de Queiroz

Olá!!!
É com muito orgulho e respeito que escrevo essa postagem,pois, se a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras,galardeada com o Prêmio Camões, equivalente ao Nobel, na língua portuguesa e considerada por muitos como a maior escritora brasileira estivesse viva, estaria completando 100 anos.Isso mesmo, o Centenário Raquel de Queiroz.
Estou citando sobre a tradutora, romancista, escritora, jornalista e importante dramaturga brasileira,Raquel de Queiroz. Raquel de Queiroz nasceu em Fortaleza no dia 17 de novembro de 1910 e faleceu no Rio de Janeiro,4 de novembro de 2003.
Filha de Daniel de Queiroz e de Clotilde Franklin de Queiroz, descendendo, pelo lado materno, da estirpe dos Alencar (sua bisavó materna — "dona Miliquinha" — era prima José de Alencar, autor de "O Guarani"), e, pelo lado paterno, dos Queiroz, família de raízes profundamente lançadas em Quixadá, onde residiam e seu pai era Juiz de Direito nessa época. O mesmo vai lecionar Geografia no Liceu. Dedica-se pessoalmente à educação de Rachel, ensinando-a a ler, cavalgar e a nadar. As cinco anos a escritora leu "Ubirajara", de José de Alencar, "obviamente sem entender nada", como gosta de frisar.
Fugindo dos horrores da seca de 1915, em julho de 1917 transfere-se com sua família para o Rio de Janeiro, fato esse que seria mais tarde aproveitado pela escritora como tema de seu livro de estréia, "O Quinze".
Logo depois da chegada, em novembro, mudam-se para Belém do Pará, onde residem por dois anos. Retornam ao Ceará, inicialmente para Guaramiranga e depois Quixadá, onde Rachel é matriculada no curso normal, como interna do Colégio Imaculada Conceição, formando-se professora em 1925, aos 15 anos de idade. Sua formação escolar para aí.
Estreou na imprensa no jornal O Ceará, escrevendo crônicas e poemas de caráter modernista sob o pseudônimo de Rita de Queluz.
Ela envia ao jornal "O Ceará", em 1927, uma carta ironizando o concurso "Rainha dos Estudantes", promovido por aquela publicação. O diretor do jornal, Júlio Ibiapina, amigo de seu pai, diante do sucesso da carta a convida para colaborar com o veículo. Três anos depois, ironicamente, quando exercia as funções de professora substituta de História no colégio onde havia se formado, Rachel foi eleita a "Rainha dos Estudantes". No mesmo ano lançou em forma de folhetim o primeiro romance, História de um Nome.
Aos vinte anos, ficou nacionalmente conhecida ao publicar O Quinze (1930), romance que mostra a luta do povo nordestino contra a seca e a miséria. Demonstrando preocupação com questões sociais e hábil na análise psicológica de seus personagens, tem papel de destaque no desenvolvimento do romance nordestino.
Para conhecer um pouco mais sobre essa obra, compartilho o vídeo, editado por jovens estudantes do 3ºano,O Quinze,com imagens surpreendentes das obras literárias de Raquel de Queiroz.




Em seguida, o link do site,O Povo Online:http://opovo.uol.com.br/diversaoearte/947648.html para ler textos da escritora feitos para o jornal.
Fonte:Projeto Releituras Arnaldo Nogueira Júnior
O Povo Online

Por hoje é só! Mas continuo a história da Raquel de Queiroz no próximo post.

Aproveite e um grande beijo.
:)

4 comentários:

Grasiele Sousa disse...

Seu blog esta 10!

Isabelle disse...

Obrigada,Grasi!!!!
Sou encantada pela Raquel de Queiroz.
Fico tão feliz quando vejo comentários,hehe.
Beijos,
:)

yago disse...

esse blog ta nota 1000 gostei muito;D

yago disse...

colégio darwin precisa de blogs como
esse